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Conheça a história de Joinville

Em 2021, Joinville entrou no ano com um mercado imobiliário extremamente aquecido. Os imóveis em Joinville apresentaram um excelente número de vendas, quantidade de empreendimentos lançados e valorização de metro quadrado.

Grande parte desse sucesso ocorre pela história de Joinville, que é riquíssima e explica a grande beleza da cidade. Ao entender mais da cidade no estado de Santa Catarina, você compreende porque é um espaço tão buscado.

Então, prossiga com a leitura do artigo e saiba um pouco mais da origem de Joinville e da venda de imóveis na cidade!

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Entendendo um pouco mais sobre a cidade de Joinville

“O mercado imobiliário de Joinville movimentou mais de R$ 675 milhões em 2020.” (fonte: Brain Inteligência Estratégica)

Joinville é um município presente no estado de Santa Catarina, na região sul do Brasil. Apresenta cerca de 604.708 habitantes, sendo a maior cidade do estado e a terceira mais populosa no sul, atrás de Porto Alegre e Curitiba.

Também traz uma área de 1.127,946 km², pertencendo à microrregião de Joinville e Mesorregião do Norte Catarinense. Além disso, possui um elevado Índice de Desenvolvimento Humano (0,809), sendo a 21ª cidade brasileira com IDH alto.

Por essa e outras razões, Joinville é muitas vezes chamada de Manchester Catarinense, Cidade das Flores, Cidade dos Príncipes e Cidade da Dança. Também é conhecida por possuir a única Escola do Teatro Bolshoi fora da Rússia.

Resumo da História de Joinville

Joinville foi habitada há cerca de 6 mil anos por caçadores-coletores, deixando vestígios arqueológicos como sambaquis. No início do século XIX, famílias afro e luso-brasileiras se estabeleceram na região.

A fundação oficial ocorreu em 1851 com a chegada de imigrantes europeus, promovida pela Sociedade Colonizadora de Hamburgo. A imigração trouxe principalmente germânicos, franceses e italianos, que enfrentaram muitas dificuldades iniciais.

A economia desenvolveu-se com a produção de erva-mate e indústrias têxteis e metalúrgicas. Em 1866, Joinville tornou-se vila e, em 1877, cidade. No início do século XX, o progresso foi impulsionado pela chegada da ferrovia e a introdução de energia elétrica.

Durante a Campanha de Nacionalização na década de 1930, a língua alemã foi proibida. Entre 1950 e 1980, Joinville cresceu como polo industrial, conhecida como “Manchester Catarinense,” atraindo migrantes de várias partes do Brasil.

Hoje, Joinville é uma cidade multicultural com cerca de 600 mil habitantes e uma economia diversificada, destacando-se pela sua infraestrutura cultural e eventos importantes.

Qual é a história de Joinville?

A história oficial de Joinville, anteriormente conhecida como Colônia Dona Francisca, normalmente é associada à chegada dos primeiros imigrantes europeus em 9 de março de 1851. No entanto, sabe-se que há cerca de 6 mil anos, grupos de caçadores-coletores já ocupavam a região. Vestígios de suas atividades, como fogueiras, restos alimentares, resíduos de lascamento de pedras e pontas de flecha, foram encontrados em sítios arqueológicos.

Hotel Joinville

Entre 6 mil e 2 mil anos atrás, os habitantes da região construíram monumentos em forma de colinas, conhecidos como sambaquis. Esses monumentos serviam como locais de sepultamento, onde também foram encontrados vestígios de fogueiras, cestos, ferramentas de pedra, esculturas em pedra (zoólitos) e adornos como colares e tembetás.

Sítios arqueológicos com cerâmica típica de grupos indígenas contemporâneos foram descobertos na região, muitas vezes sobrepostos aos antigos sambaquis.

No início do século XIX, famílias provenientes de São Francisco do Sul estabeleceram-se na área. Entre esses pioneiros, havia afros e luso-brasileiros que adquiriram grandes lotes de terra (sesmarias) e começaram a cultivar mandioca, cana-de-açúcar, arroz e milho, utilizando mão-de-obra escrava.

Colonização Européia e Desenvolvimento Econômico

A crise econômica, social e política que assolou a Europa na década de 1840 levou milhares de pessoas a imigrarem, buscando uma vida melhor. Entre 1850 e 1888, aproximadamente 17 mil pessoas, principalmente agricultores protestantes luteranos, chegaram à Colônia Dona Francisca.

A colônia foi estabelecida através de um contrato assinado em 1849 entre a Sociedade Colonizadora de Hamburgo e o príncipe e a princesa de Joinville. A diversidade étnica foi uma marca do processo colonizador, com a população afro e luso-brasileira se juntando a imigrantes germânicos, franceses e italianos.

Crescimento e Industrialização

Inicialmente, os imigrantes enfrentaram dificuldades significativas, como a natureza hostil, solo pantanoso, clima úmido e doenças tropicais. No entanto, a situação melhorou e, em 1877, Dona Francisca já contava com cerca de 12 mil habitantes. A economia começou a se diversificar com a criação de engenhos de erva-mate, moinhos e olarias. Em 1866, Joinville foi elevada à categoria de vila e, em 1877, à categoria de cidade.

Na década de 1880, surgiram as primeiras indústrias têxteis e metalúrgicas, e o mate tornou-se o principal produto de exportação. Joinville também desenvolveu uma série de associações culturais, escolas, igrejas, hospitais e outros serviços comunitários.

Modernização e Expansão

No início do século XX, o desenvolvimento da cidade foi impulsionado pela construção da Estrada de Ferro São Paulo – Rio Grande e a introdução da energia elétrica, automóveis e telefone. Em 1926, a cidade contava com 46 mil habitantes. Durante a Campanha de Nacionalização do governo Vargas, a língua alemã foi proibida e as associações alemãs extintas, intensificando-se com a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial.

Crescimento Pós-Guerra

Entre as décadas de 1950 e 1980, Joinville experimentou um grande crescimento industrial, tornando-se um dos principais polos industriais do Brasil, conhecida como “Manchester Catarinense”. A cidade recebeu um grande fluxo de migrantes de várias partes do Brasil, especialmente do Paraná e de Santa Catarina, o que resultou em um aumento significativo da população e ocupação de áreas periféricas.

Planejamento Urbano e Desenvolvimento Contemporâneo

As consequências do crescimento desordenado exigiram grandes intervenções públicas, incluindo investimentos em planejamento urbano, infraestrutura viária, saneamento, habitação, saúde, segurança e educação. Foi criado o Distrito Industrial, destacando-se o Perini Business Park, que atualmente abriga 240 empresas de 13 países. Joinville tornou-se um polo tecnológico e de startups.

Cultura e Turismo

Significativas ações culturais e turísticas foram implementadas, com a criação de museus, arquivos históricos, teatros, espaços esportivos e parques. Joinville organiza grandes eventos, como o Festival de Dança, a Fenachopp, a Fenatiro e a Festa das Flores.

Joinville Hoje

Com cerca de 600 mil habitantes, Joinville é uma cidade multicultural com uma economia diversificada, continuando a atrair novos migrantes de várias partes do país e do mundo, somando-se aos descendentes dos imigrantes europeus, afro e luso-brasileiros que colonizaram a região desde o início do século XIX.

Símbolos de Joinville

Joinville é uma cidade que possui símbolos significativos que refletem sua história, cultura e identidade. Estes símbolos, incluindo o brasão e a bandeira, são mais do que meros emblemas visuais; eles encapsulam a essência de Joinville e suas raízes profundas.

Representando aspectos importantes como a herança cultural, o progresso econômico e a união de seu povo, estes símbolos são fundamentais para entender a cidade e seu desenvolvimento ao longo do tempo.

A seguir, exploraremos em detalhes o significado e a história por trás do brasão e da bandeira de Joinville.

Brasão

O brasão de Joinville, oficializado em 1935, é um emblema carregado de simbolismo que representa a rica história e cultura da cidade.

Ele é dividido em várias partes, cada uma contendo elementos significativos. Na parte superior, há uma coroa mural que representa a autonomia municipal.

O escudo é dividido em quatro partes, onde podemos encontrar a representação de um arado e um martelo cruzados, simbolizando a agricultura e a indústria, respectivamente, setores fundamentais para o desenvolvimento de Joinville.

Outro elemento presente é a roda dentada, representando o progresso industrial, e a flor-de-lis, que faz referência à herança francesa dos colonizadores.

Coroa mural

A coroa mural, com um escudete em estilo português, simboliza a Sagrada Escritura e o bordão de peregrino de São Francisco Xavier, destacando sua missão evangelizadora. Escolhido como pároco da diocese de Joinville, ele é representado juntamente com a letra romana “I”, que simboliza o “Vai” dado por Santo Inácio de Loyola para suas missões no Oriente.

1º quartel

O primeiro quartel apresenta as armas do Brasil Imperial, criadas por Dom Pedro I em 18 de setembro de 1822. Destaca-se a cruz da Ordem de Cristo, circundada por dezenove estrelas, que remete à doação da Princesa Dona Francisca, da casa Imperial Brasileira. Em 1843, ela se casou com o Príncipe de Joinville, da casa Real Francesa, marcando a fundação de Joinville.

2º quartel

O segundo quartel exibe o emblema do Príncipe de Joinville, membro da família d’Orleans, composto por três flores de lis dispostas em posição triangular, além do lambel.

3º quartel

O terceiro quartel contém a Cruz Helvética e o Leão Norueguês, representando os símbolos extraídos das armas da Suíça e Noruega.

4º Quartel

O quarto quartel mostra a Cruz de Oldenburgo e a Águia da Prússia, recordando a procedência dos fundadores e colonizadores da antiga Colônia Dona Francisca, assim como no terceiro quartel.

Escudete central

O escudete central simboliza o Cruzeiro do Sul, lembrando que todos os colonizadores, de diversas origens, que se estabeleceram na região se uniram sob este importante símbolo nacional brasileiro.

Listel da base do escudo principal

O listel da base do escudo principal traz a frase: “MEA AUTEM BRASILIAE MAGNITUDO”, que em tradução livre significa: “Minha grandeza se identifica com a grandeza do Brasil”.

Base do escudo principal

A base do escudo principal apresenta elementos laterais que simbolizam a cana-de-açúcar e o arroz, lembrando as principais lavouras do município. No centro, a roda dentada representa a transformação de Joinville, de uma cidade com origem agrícola para um centro industrial.

Bandeira

A bandeira de Joinville é composta por três faixas horizontais nas cores verde, branco e vermelho.

No centro da faixa branca está o brasão da cidade. As cores da bandeira têm significados específicos: o verde representa a esperança e a abundância de vegetação da região; o branco simboliza a paz e a união entre os habitantes; e o vermelho denota a coragem e a força do povo joinvilense.

Bandeira de Joinville

A presença do brasão na bandeira reforça os valores e a identidade cultural da cidade.

Bairros Importantes da História de Joinville

Boa Vista: Este bairro tem uma grande importância histórica devido à sua localização estratégica e à sua contribuição para o desenvolvimento inicial da cidade. É um dos primeiros locais onde as famílias luso-brasileiras se estabeleceram e cultivaram suas terras.

Cubatão: Uma das áreas iniciais de colonização, Cubatão foi fundamental na agricultura e produção de alimentos que sustentaram os primeiros colonos e contribuíram para a economia local.

Bucarein: Conhecido por ser um dos bairros mais antigos, Bucarein foi central no desenvolvimento comercial e industrial da cidade. Muitos dos primeiros imigrantes alemães e suíços se estabeleceram aqui.

Itaum: Este bairro destaca-se pela sua relevância na história agrícola de Joinville, com plantações de mandioca, cana-de-açúcar, e outras culturas essenciais.

Costa e Silva: Recebeu grande fluxo migratório nas décadas de 1960 e 1970, contribuindo para a transformação de Joinville em um importante polo industrial.

Progresso: Um exemplo da expansão urbana de Joinville, refletindo a migração interna e o crescimento populacional nas últimas décadas.

Conheça todos os bairros de Joinville aqui

Por que Joinville se chama Joinville?

Joinville foi nomeada em homenagem ao Príncipe de Joinville, François Ferdinand Philippe Louis Marie, filho do rei da França, Luís Filipe I, e à sua esposa, a Princesa Dona Francisca de Bragança, irmã do imperador brasileiro Dom Pedro II.

O nome foi escolhido em reconhecimento ao contrato de doação de terras feito em 1849 entre a Sociedade Colonizadora de Hamburgo e o casal real, que cedeu 8 léguas quadradas de terra para a colonização.

Este gesto estava alinhado com os interesses de ambos os países em promover a imigração europeia e desenvolver novas áreas no Brasil.

Como surgiu a cidade de Joinville?

A cidade como é conhecida hoje surgiu através do contrato de 1849, que envolveu a Sociedade Colonizadora de Hamburgo e o príncipe e a princesa de Joinville. A imigração europeia, especialmente de germânicos, suíços, noruegueses e outros, trouxe um grande desenvolvimento para a região.

Os primeiros imigrantes enfrentaram muitas dificuldades, como doenças tropicais e o clima adverso, mas com o tempo conseguiram estabelecer uma economia próspera baseada na agricultura, indústria e comércio.

A partir de 1866, Joinville foi elevada à categoria de vila e, em 1877, à categoria de cidade. Ao longo do século XX, a cidade continuou a se desenvolver, especialmente com a chegada da ferrovia e da energia elétrica, transformando-se em um importante polo industrial e tecnológico, e recebendo o título de “Manchester Catarinense”.

Hoje, Joinville é uma cidade multicultural, com uma economia diversificada e uma rica herança cultural e histórica.

História do Moinho de Joinville

Moinho de Joinville

O Moinho de Joinville foi construído em 1979 como parte do Complexo Expoville, um centro de eventos que busca promover a cultura, a economia e o turismo local.

A construção do moinho foi inspirada nos tradicionais moinhos europeus, especialmente aqueles encontrados na Alemanha, Holanda e Suíça, refletindo a influência dos imigrantes que colonizaram a cidade no século XIX.

A arquitetura do moinho, com suas grandes pás e estrutura de madeira, é uma homenagem aos pioneiros que trouxeram tecnologias agrícolas para Joinville, ajudando a transformar a cidade em um polo de produção agrícola e industrial.

Durante a época de sua construção, o moinho serviu como um símbolo de modernização e desenvolvimento para a comunidade, lembrando a todos do papel crucial que a agricultura desempenhou no crescimento econômico da cidade.

Hoje, o Moinho de Joinville não é utilizado para moer grãos, mas sim como um monumento histórico e cultural. Ele faz parte de um cenário pitoresco que inclui lagos artificiais, jardins e áreas de lazer, tornando-se um local popular para fotografias, passeios e eventos ao ar livre.

Além disso, o moinho é frequentemente associado a festividades locais, como a Festa das Flores e o Festival de Dança, destacando a importância contínua da herança cultural na vida dos joinvilenses.

Em suma, o Moinho de Joinville é mais do que uma simples construção; ele é um testemunho das raízes europeias da cidade e um símbolo de seu desenvolvimento ao longo dos anos.

Visitar o moinho oferece uma oportunidade única de conectar-se com a história e a cultura de Joinville, apreciando ao mesmo tempo a beleza e a tranquilidade do ambiente que o cerca.

Como se encontra o mercado de imóveis em Joinville?

Após entender a história de Joinville, podemos partir para a forte venda de imóveis que ocorre no município. Em 2020, entre os meses de outubro e dezembro, Joinville registrou o melhor resultado num trimestre, com a venda de 704 unidades.

No mesmo período, o Valor Geral de Vendas subiu 66,9% em relação ao quarto trimestre do ano de 2019. 

Também houve o lançamento de novos empreendimentos. No segundo semestre de 2020, foram lançados 24 empreendimentos entre julho e dezembro. Também houve o crescimento de 152% na quantidade de novas unidades residenciais.

Por fim, o mercado imobiliário em Joinville registrou um aumento de 6,8% no preço médio do metro quadrado privativo. Dessa forma, Joinville é um dos espaços mais disputados na região sul do Brasil.

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Conclusão

A origem de Joinville influencia bastante no sólido mercado imobiliário do município. Afinal, a beleza da cidade contribui para a sensação de ser ótimo morar nesse espaço, cheio de história e de outras qualidades resultantes da imigração.

Porém, é claro que esse não é o único motivo para a alta na venda de imóveis. Também existem a solidez do investimento, morar em Joinville é uma aposta segura, e a queda dos juros, que tornou a compra mais acessível.

Dessa forma, imóveis em Joinville são uma excelente opção para morar e viver. Eles fazem parte de um passado incrível e funcionam de maneira excelente no presente!

fonte: https://www.joinville.sc.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Joinville-Cidade-em-Dados-2023-Gestao-Institucional.pdf

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